Em OUTUBRO ---

A saga dos cavaleiros do grupo de estudo (Parte I)

Avante cavaleiros, peguem seus copos!! (Ao som de Wouldn't be nice/ Beach boys)



Para os amantes da série capaz de provocar uma obnubilação no cosmos, aqui vai mais um episódio. Para acompanhar a (des)ordem dos eventos, confira o que rolou no episódio anterior.





























 

 

 

 

 





Ele falava sempre a mesma coisa? Pasmem!! O inimigo que causava a síndrome da repetição era o  orçamento!!





















Coloridinho, aviadado e cheios de conselhos infantilóides, assim era ele, "Geninho, o infame"
PRÓLOGO
Passados os desafios das doze casas do Olimpo, os bravos Cavaleiros do grupo de estudo decidiram descansar um pouco de toda aquela féerica aventura tomando um cafezinho e comendo um miojão instantâneo na casa de Alan, o Leal.E lá estavam todos: Bernardo, o Valois; Bruno, o Pifardinico; e Germano, el Adamastor. Juntos, os cavaleiros permaneceram debatendo questões de estética e de literatura pelo resto da noite até que, lá pelas tantas...
ALAN:Então, vocês conseguiram alcançar o sétimo sentido?
GERMANO:
Que nada! Acho até que perdi dois sentidos depois daquela cana toda que a gente tomou!
BRUNO: Dois sentidos? Mas isso é tudo o que eu tenho..o sentido da direta e o da esquerda.
BERNARDO: Eu..ic eu não tenho mais sentido nenhum.. tô bebo eheh, tô bêbo que só vendo. ic. Deve ser...ic por isso que o horizonte estáhorizontal... ic tô deitado eheh.
Talvez fosse o efeito do sono, ou mesmo da árdua batalha, o fato é que os cavaleiros estavam divagando demais. Ao observar todo esse embaraço, o bravo cavaleiro Alan, do posto de sua conhecida seriedade, tentou impor um fim a tudo isso.
ALAN: Rá, sem graça essas piadinhas que vocês arranjaram. Por que não voltamos ao assunto do... do que mesmo que a gente estava falando antes? Arre, que pelo menos seja algo que não isso!
Sem que os guerreiros notassem, uma agitação começou a tomar conta da sala, ela vinha do fogão!
ALAN: Hei! esqueceram de apagar o fogo foi!  E foi você, não foi, Germano! Eu disse que deveria ter colocado mais água no miojo!
  Mas não se tratava de um simples miojo virando papa, o que estava acontecendo era um evento sobrenatural, algo demais estranho: um buraco que havia surgido do nada começava a se abrir e tragar tudo que estava ao seu redor. Assim, sem resistências, os cavaleiros se viram puxados para dentro daquela inesperada formação que, aos poucos, descobriram ser nada mais que uma passagem dimensional.
Episódio de hoje:
Santa Seya (quem comeu comeu, quem não comeu não come mais!) - PARTE I
Quando os guerreiros deram por si, estavam em uma grande sala de uma peculiar decoração medieval repleta de equipamentos tecnológicos estranhos. Logo notaram que em sua companhia estavam três figuras bem conhecidas: o Mentor, mexendo em alguns equipamentos; o príncipe Adam, os braços arqueados com os punhos na cintura e Pacato, esparramado no chão com as patas sobre a cabeça. Dos cavaleiros, Bruno era o que tinha mais experiência com viagens extra-dimensionais ( abordo do seu "paião", ele já havia desbravado vários cenários da terra-média, além de algumas paragens da galáxia, da qual ele se considerava mochileiro) dado isso, foi ele quem se recuperou primeiro do choque e falou:
BERNARDO:  Hei cara eu conheço você, você não é o ...?
E ai começou a tocar o tema da série: taram-taram-ram tam-ta-ram-ram-ram.
ADAM: Eu sou Adam, príncipe de Etérnia, defensor dos segredos do Castelo Greyskull. Esse é pacato... Meu melhor amigo. Fabulosos poderes secretos me foram revelados desdo dia em que ergui minha espada mágica e disse...
BRUNO: Tá bom, tá bom a gente já sabe!
ALAN: Poxa! Deixa o cara terminar a frase dele, caralho!  Era assim que ele iniciava os desenhos, não tá ligado?
MENTOR: Vamos ao que interessa rapazes, há alguns assuntos que temos de tratar por aqui. E deixem o príncipe Adam em paz, ele está sob o domínio de uma espécie de clichê cênico que o leva a repetiralgumas de suas falas.
GERMANO: Ah! Parece que é uma "febre asiática". Estávamos com o mesmo problema, não era cavaleiros?
BERNARDO: Não é possível??
BRUNO: Hã??!! O quê você disse?
O Mentor, pra resolver esse repeteco todo, deu um disparo com o poderoso raio orçamental que destravou o que era apenas uma tática dos estúdios pra baratear suas produções. Quando estávamos melhores, o Mentor começou a contar sobre os reais problemas do planeta Etérnia naquele momento e do porquê ter convocado os cavaleiros. Falou que, de tanto reprisar, o desenho corria sério risco de ter sua fita rompida em pedaços, mas o problema mesmo não era esse (uma vez que estávamos na era do DVD), o que de fato o preocupava era um mal incontrolável que assolava todo o planeta de Etérnia e estava em vias de se alastrar para todo o universo. Era uma forma incontrolável de forçaimperceptível aos olhos dos habitantes de Etérnia que ele havia detectado por meio de seus equipamentos. Nas palavras de mentor, o causador do impasse era nada mais do que uma criaturinha "alegre" e multicolorida.
MENTOR: Não se deixem enganar! Essa criatura é muito mais poderosa do que o terrível Esqueleto e seus capangas, o Hordak e a Angela de Dyonisus.  O seu poder colorizante está arrasando com toda  credibilidade dessa animação!
ALAN:Que saco!Conta logo quem é esse otário!
MENTOR: Trata-se de Geninho, o infame! Observem lá fora, o cenário de Etérnia sempre foi um deserto com um monte de pedregulho pra todo lado, mas agora algo diferente está contaminando tudo, olhem! Está começando a aparecer muitas rosinhas e arbustos por todo canto, tem até coelhinhos saltitando por ai a fora! E tudo por causa dessa criatura!
Após dizer essas palavras, o mentor fez um gesto para que prestássemos atenção em um som enjoado que pairava no ar. Era uma musiquinha, tão pegajosa quanto as baianas, que começava a ficar cada vez mais próxima. De repente surge, da porta daquela sala e flutuando no ar, a figura de Gorpo, pôde-se ver que era ele quem estava entoando a tal canção.
MENTOR: Olhem cavaleiros! Eis a pior parte! A síndrome está atacando os habitantes de Etérnia!

GORPO: (cantando)
O bem vence o mal,
Espanta o temporal.
O azul, o amarelo,
Tudo é muito belo
Haaarmonia,
Quero um mundo cheio de
Aaaalegria,
Harmonia e amor!
Bernardo foi o primeiro a criticar o verso, muito pobre por sinal. Em seguida citou um antigo conselho dado por Manuel Bandeira que dizia que devemos aprender com os poetas menores. Sem perder tempo, ele aproveitou para dar um livro de bolso com poemas de Bandeira para o Gorpo que prometeu caprichar da próxima vez.

CONTINUA....

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1 comentários:

Bruno Piffardini, o Próprio disse...

Cara, nem unindo todas as nossas cosmo-energias eu acho que teríamos SACO pra combater o Geninho!!! Só se Berna de Corvo o espancar com aquele volume de Shakespeare do Harold Bloom e olhe lá!

Abração, Germano! E lembre-se de nunca usar o "ATHENA EXCLAMATION"!!!!!!!!!
(Tô vendo o Hades demais...)

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